Nos cinco primeiros meses do ano, segmento acumula crescimento de 11,5% no volume de vendas

O comércio varejista registrou, em maio, variação de 1,4% para o volume e 0,4% para a receita nominal de vendas, em comparação com o mês de abril. As taxas foram ajustadas sazonalmente.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em relação ao o volume de vendas no setor,o resultado registrado em maio aponta um crescimento após a forte queda do mês anterior, como aponta a evolução dos indicadores de base fixa.

Em relação a maio de 2009, as variações foram de 10,2% para o volume de vendas e de 14,2% na receita nominal. Nos acumulados dos cinco primeiros meses do ano e dos últimos 12 meses, as taxas se estabeleceram, respectivamente, em 11,5% e 8,8% para o volume de vendas, e em 14,8% e 12,0% para a receita nominal.

Na comparação com o mês imediatamente anterior, isto é, com ajuste sazonal, seis das dez atividades pesquisadas apresentaram alta no volume de vendas: material de construção (2,4%); combustíveis e lubrificantes (2,0%); livros, jornais, revistas e papelaria (1,7%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,8%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,3%). Registraram quedas: móveis e eletrodomésticos (-0,3%); veículos e motos, partes e peças (-1,1%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e tecidos, vestuário e calçados (–3,3%).

Na comparação com maio de 2009, na série sem ajuste sazonal, todas as oito atividades do varejo registraram aumento no volume de vendas: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8,2%); móveis e eletrodomésticos (19,5%); tecidos, vestuário e calçados (11,8%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (13,2%); combustíveis e lubrificantes (6,0%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (28,7%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,0%) e livros, jornais, revistas e papelaria (9,7%).

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