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Vendas no varejo caem 0,7% no mês em novembro, informa IBGE

RIO - O volume de vendas no varejo brasileiro diminuiu 0,7% em novembro perante outubro, quando já havia recuado 0,9%. Os dados contam com ajuste sazonal.

Valor Online |

Segundo os técnicos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os números " reforçam a inversão de tendência do setor " . Já a receita nominal de vendas caiu 0,4% em outubro, seguindo recuo também de 0,4% um mês antes. O IBGE também revisou para pior os dados de outubro, que inicialmente tinham sido apresentados como baixa de 0,3% no volume de vendas e crescimento de 0,1% na receita nominal.

Perante novembro de 2007, houve expansão de 5,1% no volume de vendas e de 12% na receita nominal. Essas taxas, diz o relatório do IBGE, " ainda que positivas, refletiram desaceleração no ritmo de crescimento na comparação com iguais meses do ano anterior " .

O desempenho do comércio varejista ampliado - varejo mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção - foi mais fraco, por refletir a diminuição da venda de veículos. O volume de vendas caiu 3,4% e a receita nominal baixou 3,1% perante outubro. Na comparação com o mesmo mês de 2007, houve queda de 4,1% no volume e de 1,2% na receita nominal.

De outubro para novembro, os piores desempenhos foram dos setores de equipamentos de escritório, informática e comunicação (-9,8%) e de veículos e motos, partes e peças (-7%). Durante esses dois meses, este último setor acumulou baixa de 24,3% no volume de vendas, segundo o IBGE. Por outro lado, subiram as vendas dos ramos de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,6%); livros, jornais, revistas e papelaria (1,3%); e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,7%).

Na comparação com novembro de 2007, o setor de supermercados, alimentos, bebidas e fumo cresceu 6% e sustentou o índice geral do varejo. O volume de vendas no ramo de móveis e eletrodomésticos aumentou 4,5% e o do segmento de artigos farmacêuticos e cosméticos subiu 14,1%. O ramo de combustíveis e lubrificantes ganhou 5,5% e o de outros artigos de uso pessoal e doméstico avançou 6,5%. Os equipamentos e material para escritório, informática e comunicação tiveram 20,8% de crescimento e o comércio de livros, jornais, revistas e papelaria elevou-se em 10,4%. Os ramos a apresentar queda no volume de vendas na comparação com novembro de 2007 foram tecidos, vestuário e calçados (-8,7%), veículos, motos e peças (-20,3%) e material de construção (-6,2%).

(Valor Online)

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