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SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) acentua as perdas e firma posição abaixo dos 39 mil pontos. Seguindo o sinal proveniente do mercado europeu, por volta das 14h30 o Ibovespa caía 1,12%, para 38.

902 pontos, com giro financeiro em R$ bilhão.

Com as bolsas fechadas em Wall Street, as praças de negociação européias dão o tom dos negócios e ele é negativo em função de renovadas indicações de problemas no setor financeiro. A confiança não se restabeleceu mesmo com o governo britânico anunciando um novo pacote de ajuda ao setor.

Na Bolsa de Londres, as ações da do Royal Bank of Scotland afundavam mais de 60%, contribuindo para a queda de 2,02% registrava pelo índice FTSE-100. O banco alertou sobre a possibilidade de prejuízo de 28 bilhões de libras, cerca de US$ 41 bilhões. Na Bolsa de Frankfurt, o índice Xetra-DAX caía 1,87%.

No câmbio, a venda de dólar persiste mesmo com a deterioração de humor. Há pouco, a moeda era negociada a R$ 2,338 na venda, queda de 0,21%. No mercado futuro, o dólar para fevereiro já mudou de direção e registrava alta de 0,34%, a R$ 2,3475.

Em dia de liquidez reduzida e vencimento de opções, os carros-chefes lideram as perdas. Petrobras PN caía 1,56%, a R$ 23,90, e Vale PNA cedia 0,63%, valendo R$ 26,43. Entre as siderúrgicas, CSN ON tinha desvalorização de 1,12%, a R$ 35,10, e Gerdau PN recuava 1,75%, a R$ 16,78.

Do lado positivo, o destaque segue com os bancos, que continuam em alta apesar da perda acentuada de valor registrada pelos pares internacionais. Itaú PN subia 1,41%, a R$ 24,29, Bradesco PN avançava 0,28%, a R$ 21,26, e Banco do Brasil ON apontava alta de 0,48%, para R$ 14,47.

Liderando as perdas, Vivo PN caía 6,23%, para R$ 31,60, Lojas Renner ON perdia 4,93%, para R$ 16,95, e VCP PN se desvalorizava 4,77%, para R$ 16,37.

(Valor Online)