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Vendas do comércio caem 0,2% em julho e receita nominal cresce 0,5%

O volume de vendas do comércio varejista interrompeu a seqüência de quatro meses de crescimento, apresentando, em julho, resultado negativo de -0,2%, na comparação com o mês anterior. A receita nominal registrando taxas positivas, com 0,5% de crescimento. Nas demais comparações, o volume de vendas registrou aumento de 11,0% sobre julho de 2007, 10,6% no acumulado no ano e 10,2% no acumulado dos últimos 12 meses.

Redação |

 

Acordo Ortográfico Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 18,5%, 16,3% e de 15,0%. Na série ajustada sazonalmente, quatro das dez atividades pesquisadas apresentaram queda nas vendas: Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,5%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-1,7%) e Tecidos, vestuário e calçados (-3,0%).

Na série sem ajuste, os dez setores cresceram: Móveis e eletrodomésticos (19,6%) teve maior peso na taxa global e Livros, jornais, revistas e papelaria (10,1%) o menor.

Já na relação julho2008/julho2007 (série sem ajuste), todas as atividades do varejo obtiveram aumentos no volume de vendas: Móveis e eletrodomésticos (19,6%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (21,3%); Combustíveis e lubrificantes (15,0%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (15,1%); Tecidos, vestuário e calçados (8,4%); Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (20,6%); e Livros, jornais, revistas e papelaria (10,1%).

A atividade de Móveis e eletrodomésticos, com aumento de 19,6% no volume de vendas em relação a julho do ano passado, proporcionou pelo segundo mês consecutivo o principal impacto na formação da taxa de desempenho do Comércio Varejista, sendo responsável por 28% da magnitude da taxa. No acumulado do ano, a taxa foi de 18,6% e nos últimos 12 meses, de 16,6%. Esses resultados, não só positivos como superiores à média estabelecida no varejo, continuam sendo explicados basicamente pela expansão do crédito, melhoria da massa de salários da população ocupada e redução dos preços dos eletroeletrônicos.


O segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo,com variação de 5,4% no volume de vendas em julho, sobre igual mês do ano anterior, foi responsável pela segunda maior contribuição à taxa global do varejo (24%). Esse resultado, abaixo do comportamento médio do varejo, pode estar ainda refletindo o efeito da inflação sobre o consumo de produtos alimentícios. Os acumulados nos primeiros sete meses do ano e nos últimos 12 meses foram de 5,8% e 6,0%, respectivamente.

A atividade de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba segmentos como lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., exerceu o terceiro maior impacto na formação da taxa do varejo, com variação de 21,3% no volume de vendas em relação a julho de 2007 e responsável por 15% da taxa geral. Esse resultado mostra que a atividade continua sendo influenciada pelo quadro geral positivo da economia. A taxa para os primeiros sete meses do ano e para os últimos 12 meses foi de 21,5%, em ambas comparações.

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