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Vendas de eletrônicos ultra-portáteis será de 200 milhões em 2013

SÃO PAULO - Até o ano de 2013 devem ser vendidos 200 milhões de aparelhos eletrônicos ultra-portáteis de acesso a internet (UMDs, na sigla em inglês). Neste ano, a expectativa é que sejam vendidas 10 milhões de unidades desses aparelhos que incluem PCs ultra-portáteis, notebooks ultra-portáteis e equipamentos de acesso exclusivo à internet (MIDs, na sigla em inglês), segundo a consultoria ABI Research.

Valor Online |

Esse é um mercado relativamente novo e que tem despertado grande interesse das companhias fabricantes de equipamentos e componentes eletrônicos. O forte aumento recente na demanda tem sido alimentado pelos notebooks ultra-portáteis, menores, mais baratos e simples que notebooks comuns, e cujo principal ícone é o EeePC, da chinesa Asustek.

Empresas como a Intel já vislumbram o enorme potencial desse mercado, que avaliam em cerca de US$ 40 bilhões apenas para processadores. A empresa recentemente lançou seu chip Atom, desenvolvido exclusivamente para aparelhos ultra-portáteis e com o qual pretende dominar todos os segmentos de UMDs, incluindo celulares e de chips integrados a outros produtos, como carros e eletrodomésticos.

Para a ABI, o mercado de UMDs ainda é relativamente pequeno em comparação a aparelhos portáteis sem fio. Ainda assim, a perspectiva da consultoria é que gerem receita de US$ 27 bilhões apenas em 2013.

Hoje, na avaliação da ABI, 90% do mercado de UMDs é dominado por notebooks ultra-portáteis. Em cinco anos, porém, esse tipo de produto deve ficar num distante segundo lugar, com MIDs dominando 68% das vendas.

Segundo a ABI, o número de 200 milhões de aparelhos em 2013 é equivalente ao mercado total previsto para notebooks naquele ano.

"À medida que esse mercado entra em sua fase de crescimento acelerado e começa a evoluir, veremos um considerável número de experiências com diferentes canais de distribuição", diz o analista da consultoria, Philip Solis. "Alguns irão vender diretamente, outros por parceiros de varejo e outros ainda por meio de operadores de telefonia móveis, que irão subsidiar (os aparelhos) para encorajar a assinatura de novos planos de dados", acrescenta.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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