SÃO PAULO - As vendas nas lojas Wal-Mart em operação há pelo menos 12 meses nos Estados Unidos aumentaram 3% em julho, resultado inferior ao aguardado pelos agentes em Wall Street, de expansão de 3,4%. Na avaliação do executivo-chefe da empresa naquele país, Eduardo Castro-Wright, a varejista continua atendendo à demanda de seus clientes em um momento difícil da economia.

Ele comentou que o apelo de preços baixos e uma apresentação melhor da mercadoria tiveram impacto nos consumidores. Com o fim da restituição de imposto pelo governo, sabemos que os consumidores estão gastando com mais cautela, ponderou.

As vendas totais da Wal-Mart em julho ficaram em US$ 30,159 bilhões, passando em 9,4% os US$ 27,579 bilhões de um ano antes. As vendas de julho de 2008 correspondem às quatro semanas terminadas em 1º de agosto. No exercício anterior, abrangeram as quatro semanas findas em 3 de agosto.

Acreditamos que nossos negócios estão bem posicionados para a economia atual, avaliou o diretor financeiro da Wal-Mart, Tom Schoewe. Para as vendas dos estabelecimentos abertos em 12 meses ao menos nos EUA, a expectativa é de elevação de 1% a 2% em agosto, sem combustível.

(Juliana Cardoso | Valor Online)

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