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Vendas da indústria alimentícia crescem 4,5%, divulga Abia

São Paulo, 12 - A indústria alimentícia, que inclui alimentos processados e bebidas, registrou um crescimento de 4,5% nas vendas no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia). O diretor do departamento econômico da Abia, Denis Ribeiro, disse que houve uma recuperação nas vendas da indústria no início do ano pelo crescimento da renda, que possibilitou reajustes dos preços para o varejo.

Agência Estado |

Para o segundo semestre, porém, o repasse da indústria aos preços deve ser menor, em função da inflação dos alimentos. Isso levou a entidade a projetar um crescimento entre 3% e 4% para as vendas no acumulado do ano, em relação a 2007. "No ano passado, houve compressão no repasse das vendas para o varejo, que foram recuperadas no primeiro semestre. Mas a pressão dos alimentos tende a ampliar os custos da indústria no restante do ano", explicou Ribeiro.

A Abia destacou que os setores que impulsionaram as vendas no semestre foram de óleos e gorduras vegetais, carnes, derivados de trigo, chocolates e balas, Foodservice (alimentação fora do lar), conservas vegetais, sorvetes, derivados de cereais, chás e cafés e laticínios. Na projeção para o ano, o segmento de derivados de carne deve puxar as vendas, com expectativa de um faturamento de R$ 60,9 bilhões, o que representaria um incremento de 19,8% sobre o ano passado.

A entidade informou ainda que a produção física da indústria alimentícia cresceu 7,9% de janeiro a junho, sobre os seis primeiros meses de 2007. Assim como nas vendas, a Abia projeta uma redução da produção no segundo semestre, que deve encerrar o ano com alta de 4,5% a 5%, em relação ao ano passado. Nos seis primeiros meses de 2008, a produção de carnes, óleos e gorduras vegetais, sorvetes e derivados de cereais puxaram a produção.

Exportação

Para as exportações, a Abia espera um crescimento de 13% a 15% no faturamento com as vendas ao mercado externo, que devem encerrar o ano em aproximadamente US$ 30 bilhões. Em termos de volume, a associação projeta um retração de 5% a um aumento de 1% nos embarques ao exterior.

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