SÃO PAULO (Reuters) - A Suzano Papel e Celulose concluiu nesta terça-feira a venda de cerca de 50 mil hectares de terras por 333 milhões de reais para dois fundos estrangeiros.

Apesar da conclusão ter ocorrido já no segundo trimestre, a operação poderá entrar nos resultados da companhia referentes ao primeiro trimestre como "evento subsequente", afirmou o diretor de Relações com Investidores da companhia, André Dorf, a jornalistas.

" /
Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Venda de terras da Suzano pode aparecer no resultado do 1o tri

SÃO PAULO (Reuters) - A Suzano Papel e Celulose concluiu nesta terça-feira a venda de cerca de 50 mil hectares de terras por 333 milhões de reais para dois fundos estrangeiros.

Apesar da conclusão ter ocorrido já no segundo trimestre, a operação poderá entrar nos resultados da companhia referentes ao primeiro trimestre como "evento subsequente", afirmou o diretor de Relações com Investidores da companhia, André Dorf, a jornalistas.

Reuters |

SÃO PAULO (Reuters) - A Suzano Papel e Celulose concluiu nesta terça-feira a venda de cerca de 50 mil hectares de terras por 333 milhões de reais para dois fundos estrangeiros.

Apesar da conclusão ter ocorrido já no segundo trimestre, a operação poderá entrar nos resultados da companhia referentes ao primeiro trimestre como "evento subsequente", afirmou o diretor de Relações com Investidores da companhia, André Dorf, a jornalistas.

"Estamos vendo com os auditores... Pode ter acréscimo no lucro, mas temos que definir", afirmou, embora tenha ressaltado que o efeito-caixa se dará apenas no atual trimestre.

O balanço da Suzano no período de janeiro a março será divulgado no próximo dia 13.

"O valor reforça o caixa da companhia para fazer frente aos investimentos", disse Dorf, referindo-se ao plano de expansão da Suzano, que prevê a construção de uma fábrica no Maranhão e uma no Piauí, além de uma terceira unidade em local ainda não definido.

Os 50 mil hectares de terra --sendo 13 mil plantados com eucalipto-- estão localizados próximos ao município de Turmalina, no norte de Minas Gerais.

Os compradores são a Mata Mineira Investimentos Florestais e a Fazenda Turmalina Holdings, que pertencem, respectivamente, aos fundos de investimento Phaunos, do Reino Unido, e RMQ, dos Estados Unidos.

"Não consideramos vender mais áreas e madeira para estes fundos... E não temos interesse em vender nenhum ativo operacional", disse Dorf, que afirmou ainda que outras propostas foram feitas pelas terras.

(Por Carolina Marcondes; Edição de Cesar Bianconi)

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG