Já a tecnologia LTE (Long Term Evolution), ainda não implementada no Brasil, faria o download do mesmo arquivo em dois minutos.
Para chegar a essa conclusão, Zuffo considerou uma taxa efetiva de download de 20%, ou seja, presumiu que o usuário consegue usufruir de um quinto da velocidade máxima de download, verificada em testes. Na prática, a taxa efetiva varia muito e depende da intensidade do tráfego (número de pessoas usando a conexão ao mesmo tempo), distância do aparelho em relação à antena e contrato com a operadora.
Especialistas preveem que a tecnologia 4G permitirá ao usuário assistir a um filme de alta definição no momento em que o arquivo está sendo baixado no dispositivo móvel. Também será possível armazenar um vídeo em um computador remoto no momento em que as imagens estão sendo captadas pela câmera - sem necessidade de primeiro gravar e depois descarregar.
"Apesar de algumas operadoras iniciarem os testes com o LTE este ano, a perspectiva é que ele esteja disponível para o consumidor brasileiro em 2014", prevê o engenheiro Eduardo Tude, diretor da consultoria Teleco. No exterior, o LTE já existe na Suécia e está em fase inicial nos EUA. As informações são do Jornal da Tarde.
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