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SÃO PAULO - Após anunciar o adiamento do projeto de construção de uma fábrica no Rio Grande do Sul, a Votorantim Celulose e Papel (VCP) dispensou ontem 118 funcionários que trabalhavam na expansão da base florestal que servirá a unidade. Após os cortes, restaram apenas 89 pessoas atuando nessa atividade.

A justificativa da empresa, tanto para o adiamento do projeto como para os cortes, está baseada nos impactos da desaceleração da economia global sobre a demanda por celulose.

Apesar da paralisação, a empresa garante que tem compromisso com o projeto, no qual informa já ter injetado R$ 610 milhões por meio de aquisição de terras, plantação de florestas, entre outras atividades. No entanto, a companhia ainda não definiu prazo para a retomada do empreendimento, que deverá demandar um investimento total de ao menos US$ 1,5 bilhão.

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