Os segmentos que dependem do crédito impulsionaram as vendas do comércio varejista em setembro e garantiram expansão de 1,2% ante agosto e de 9,4% na comparação com igual mês do ano passado. Não há ainda nenhum efeito da crise, afirmou o técnico da coordenação de serviços e comércio do IBGE, Reinaldo Pereira, que atribuiu a expansão ao aumento da renda e da massa salarial e à disponibilidade de crédito.

Para economistas, porém, a deterioração no cenário externo e os efeitos no Brasil deverão ter reflexos sobre o comércio nos números de outubro, que saem em dezembro.

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