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Valor das empresas abertas cai R$ 871 bi em 2008, diz Economática

RIO - O valor de mercado de 323 empresas de capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) caiu R$ 871 bilhões entre o final de 2007 e o dia 26 de dezembro deste ano. De acordo com a consultoria Economática, o valor de mercado dessas companhias era de R$ 1,225 trilhão no dia 26, valor 41,5% menor que os R$ 2,097 trilhões registrados no fim do ano passado.

Valor Online |

 

Segundo a consultoria, o valor perdido ao longo de 2008 equivale a perdas equivalentes a duas vezes o valor de mercado da Petrobras em 31 de dezembro de 2007 ou pouco mais de duas vezes todo o setor bancário, que no fim do ano passado contava com 27 instituições na Bovespa, com valor de mercado conjunto de R$ 407 bilhões.

Entre os 21 setores analisados pela Economática, o mais castigado ao longo do ano foi o de Construção, com 29 empresas e queda de 72,4% no valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio Papel e Celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões.

A maior perda nominal ficou com o setor de Petróleo e Gás, representado por cinco empresas, que juntas tiveram o valor de mercado reduzido em R$ 210 bilhões até o dia 26 de dezembro.

O setor de Telecomunicações, com 12 companhias, foi o menos afetado, com queda de 14,6% do seu valor de mercado, equivalente a R$ 14,7 bilhões a menos. A seguir veio o setor de Energia Elétrica, com 35 empresas e recuo de 22,6%, ou R$ 40,3 bilhões em perdas.

Entre as empresas da carteira teórica da Bovespa, a maior queda percentual foi da Rossi Residencial, com recuo de 80,6% do seu valor de mercado, seguida de perto pela Aracruz que no mesmo período perdeu 78,9% do seu valor de mercado. A empresa com maior queda nominal de valor de mercado foi a Petrobras com R$ 209 bilhões, ou 48,7% de queda.

Apenas sete empresas tiveram valorização, entre as 323 analisadas. A Nossa Caixa teve a maior valorização, com 188,2% ou R$ 4,7 bilhões. A seguir vieram Brasil Telecom (+33,2%); Ultrapar (+33,2%); Transmissão Paulista (+15,3%); Natura (+12,8%); Eletrobrás (+8,2%); e JBS (+4,6%).

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