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Valor bruto da produção cresce 16,7%, divulga Mapa

Brasília, 7 - O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou hoje uma nova projeção para a renda agrícola em 2008, cálculo que é indicado pelo Valor Bruto da Produção (VBP) de 20 lavouras. O VBP foi estimado em R$ 165,3 bilhões, aumento de 16,7% em relação ao resultado do ano passado, de R$ 141,6 bilhões.

Agência Estado |

O aumento se deve a alguns ajustes que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fizeram em relação à produção esperada para este ano, e também a ligeiras alterações nos preços recebidos pelos agricultores. A avaliação é do coordenador-geral de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques, segundo a assessoria de imprensa da pasta.

Os maiores aumentos reais de renda na safra 2008, já descontada a inflação, ocorrem no feijão (79,6%), cebola (65,8%), trigo (55,6%), amendoim (39,2%), soja (32,3%) e milho (26,8%). Outros produtos que também têm apresentados aumento de renda em relação a 2007 são arroz (22,9%), café em grão (19,6%), tomate(17,5%), cacau (14,2%), batata-inglesa (8%), banana (5%), mandioca (4,2%) e laranja (3,4%).

Os preços dos produtos agrícolas mostraram redução no trigo, milho, batata-inglesa e café. Os demais itens analisados na pesquisa de renda apontam os mesmos preços do mês anterior ou tendência de alta. Entre as culturas que apresentam queda de renda em 2008, Gasques destaca a cana-de-açúcar, com uma produção recorde esperada de 643,7 milhões toneladas. A conjuntura de redução de preços do açúcar tem levado ao menor nível de renda em relação a 2007, avalia.

A renda agrícola refere-se ao Valor Bruto da Produção de 20 lavouras e é obtida multiplicando a quantidade produzida pelo preço recebido pelos agricultores. A metodologia de cálculo da renda do café mudou em setembro. Os preços utilizados são do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP) para o café Arábica tipo 6 e, no caso do Espírito Santo, foi utilizado o preço do café Conillon tipo 6, também do Cepea. Os demais preços continuam com a fonte da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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