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Usina de Jirau leva R$ 7,2 bi do BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 7,2 bilhões para a construção da Hidrelétrica Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, que terá capacidade de produzir 3,3 mil megawatts (MW). Os recursos vão para a Energia Sustentável do Brasil, constituída pela GDF-Suez (50,1%), Chesf (20%), Eletrosul (20%) e Camargo Correa (9,9%).

Agência Estado |

Parte do dinheiro (R$ 3,635 bilhões) será liberada diretamente pelo BNDES. Os outros R$ 3,585 bilhões serão repassados por meio de um grupo de bancos: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco BBI, Unibanco e Banco do Nordeste. A participação do BNDES será de 68,5%. Em Santo Antônio, primeira usina do Rio Madeira, a participação do BNDES foi de 65%.

A principal garantia do financiamento serão os recebíveis originados da usina e o penhor das ações da empresa. Segundo o diretor da Área de Infraestrutura, Wagner Bittencourt, essa usina tem a vantagem de estar prevista para começar a operar antes do início do prazo de vigência de contratos de fornecimento de energia.

INFRAESTRUTURA
No total, os desembolsos para a infraestrutura deverão somar R$ 30 bilhões em 2009, ante R$ 19 bilhões em 2008. Neste volume, destacou, não estão incluídos os financiamentos destinados à Petrobrás. Segundo o diretor, o aumento no volume não tem relação com a crise, mas com o aumento no número de "bons projetos".

"Os projetos dessa área são de alta atratividade, tanto para investidores estrangeiros quanto para os nacionais, porque oferecem muitas oportunidades e baixo risco", comentou. Entre os projetos que estão prestes a serem apreciados pela diretoria está o de linhas de transmissão para o Complexo do Rio Madeira, num total de R$ 8 bilhões. A área de energia deverá levar a maior fatia do total financiado pelo banco para a infraestrutura.

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