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US Airways fecha segundo trimestre com prejuízo líquido de US$ 567 milhões

SÃO PAULO - A norte-americana US Airways anunciou hoje ter fechado o segundo trimestre do ano com um prejuízo líquido de US$ 567 milhões, contra ganho líquido de US$ 271 milhões apresentado em igual período do ano passado. Como suas concorrentes norte-americanas, a US foi prejudicada pela forte alta nos preços do petróleo. A companhia, porém, também foi afetada por grandes gastos não-recorrentes no período.

Valor Online |

Entre abril e junho, a companhia teve um gasto líquido de US$ 466 milhões com itens especiais, incluindo uma baixa contábil de US$ 640 milhões relacionadas a bens intangíveis e peças sobressalentes de aeronaves. Excluindo esses itens não-recorrentes, a empresa teria fechado o trimestre com prejuízo líquido de US$ 101 milhões.

Segundo a US Airways, caso os combustíveis tivessem se mantido nos mesmos preços médios do segundo trimestre de 2007, seu gasto com eles teria sido US$ 390 milhões menor entre abril e junho deste ano.

No total, a companhia teve despesa de US$ 1,08 bilhão com combustíveis no período. Isso contribuiu para o aumento de 32,4% em suas despesas operacionais, que chegaram a US$ 3,79 bilhões. O faturamento, por sua vez, cresceu apenas 3,2% no trimestre, atingindo os US$ 3,25 bilhões.

Nosso segundo trimestre refletiu o aumento sem precedentes nos preços do petróleo que estão impactando nossa indústria, disse o presidente do conselho e executivo-chefe da empresa, Doug Parker. Apesar de nossos resultados decepcionantes, estamos satisfeitos com a performance inicial de nossas iniciativas 'a la carte' uma vez que vemos boas vendas iniciais em nosso programa de escolha de assentos e uma boa tendência de receita vinda de nossas políticas novas para bagagens, afirmou.

A US adotou uma série de medidas para reduzir custos e elevar receitas. Uma delas é a redução de capacidade que, ao fim do quarto trimestre, deverá ficar entre 4% e 6% menor que a dos últimos três meses de 2007. Outras ações têm sido a criação de novas fontes de receita, como a cobrança de taxas adicionais para a escolha de assentos nos aviões, e para o despacho de mais de uma mala pelos passageiros.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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