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Unitização é essencial para o desenvolvimento do pré-sal, diz IBP

RIO - O presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), João Carlos de Luca, afirmou que a unitização - processo de definição do quanto de petróleo de uma reserva pertence ao concessionário de determinada área quando o campo extrapola a área concedida - dos campos de pré-sal na Bacia de Santos é uma questão prioritária para viabilizar o desenvolvimento das áreas.

Valor Online |

A unitização é prioritária porque não se pode iniciar a produção de uma região sem afetar a área contígua, frisou de Luca que participou hoje do seminário Desafios do Pré-Sal, realizado na Firjan. O executivo se referiu especificamente a regiões onde as reservas de petróleo prosseguem além da concessão para áreas ainda não licitadas, de controle da União.

O presidente da Devon no Brasil, Murilo Marroquim, ressaltou que a unitização, embora prevista na legislação, se torna bem mais difícil quando os campos são contíguos à áreas não licitadas. Não vejo como fazer a unitização sem investimentos prévios do outro lado, ressaltou, questionando como acontecerá a perfuração de poços em áreas não licitadas.

Marroquim lembrou ainda os riscos de exploração e produção no pré-sal já que, segundo ele, apenas na Bacia de Santos o risco foi próximo de zero. O executivo ponderou que na Bacia de Campos houve furos na região do pré-sal que não se confirmaram como comercializáveis.

Não podemos extrapolar a verdade de Santos como se fosse a verdade de todo o pré-sal, frisou.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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