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Unitização de blocos no pré-sal não afeta cronograma, diz Petrobras

SÃO PAULO - O cronograma de exploração e produção de petróleo na camada pré-sal do campo de Tupi não será afetado por uma possível unitização dos blocos. Por este motivo, a Petrobras mantém para março de 2009 a data para o início do chamado Teste de Longa Duração (TLD), pelo qual serão produzidos 30 mil barris diários de petróleo na área de Tupi.

Valor Online |

A unitização é um acordo entre as concessionárias de diferentes áreas quando há casos em que as reservas de dois ou mais blocos são ligadas.

Hoje, o gerente de exploração e produção para a região do pré-sal, José Formigli Filho, afirmou que a possibilidade de interligação entre os blocos não pode ser transformada em crise, e que as medidas adequadas serão tomadas à medida em que a estatal identifique as áreas unitizadas. Na semana passada, representantes do setor de petróleo e gás se mostraram preocupados com a possível interligação, alegando que blocos nessas condições não poderiam produzir.

Porém, o diretor de Exploração e Produção da estatal, Guilherme Estrella, disse que a identificação de blocos interligados só poderá ocorrer mediante a produção em caráter experimental. Segundo ele, muitos chamados consultores estão dando palpite, mas os executivos da Petrobras têm a responsabilidade de informar que o reconhecimento das reservas do pré-sal ainda está no início.

Além de Estrella e Formigli, outros três executivos da estatal concederam hoje entrevista coletiva em Vitória (ES), onde a Petrobras iniciou, também hoje, a produção na camada pré-sal, no campo de Jubarte, no litoral sul do estado. Amanhã haverá uma cerimônia com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para marcar o início da exploração desta nova fronteira.

Segunda a companhia, o potencial de produção do primeiro poço é de 18 mil barris por dia e o principal objetivo da produção será ampliar o conhecimento sobre as reservas do pré-sal.

As características do óleo leve deste campo (30° API) exigiram investimentos de cerca de U$ 50 milhões em adaptações no processo de produção tradicional realizado pela empresa em Jubarte desde 2006.

(Valor Online)

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