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União de VCP e Aracruz deve favorecer preços, diz Feffer

SÃO PAULO - Após desistir de participar da reorganização societária que culminou com a união entre Aracruz e Votorantim Celulose e Papel (VCP), a Suzano Papel e Celulose acredita que, devido ao seu porte, a nova gigante da celulose poderá favorecer os preços do setor. A afirmação foi feita pelo presidente do conselho de administração da Suzano, David Feffer, durante evento em São Paulo.

Valor Online |

Ao avaliar como "positiva" a união das rivais, o executivo afirmou que, como líder, a nova empresa terá grande responsabilidade com os participantes do mercado.

Ele voltou a dizer que a Suzano teve acesso às negociações que levaram á união entre VCP e Aracruz, mas preferiu seguir adiante com seus investimentos de forma independente. O executivo não detalhou os motivos que levaram a empresa a ficar de fora e afirmou apenas que o "modelo" não interessou suficientemente ao grupo. "Preferimos o nosso modelo", disse.

Pouco mais de um mês após anunciar a compra, por R$ 2,7 bilhões, da participação de 28% da família Lorentzen no capital votante da Aracruz, a VCP informou ontem o fechamento de um acordo com o Safra, pelo qual será criada uma holding abrigando VCP e Aracruz. Unidas, as duas empresas responderão por 32% do mercado mundial de celulose de eucalipto.

Feffer participou hoje do 5º Fórum de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

"(Bianca Ribeiro | Valor Online)"

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