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UE define diretrizes para lidar com ativos problemáticos

Os ministros das Finanças da União Europeia concordaram em amplas diretrizes para lidar com ativos podres nos balanços dos bancos, na esperança de restabelecer a confiança nos mercados financeiros do bloco. Durante o encontro regular em Bruxelas, os ministros criaram um conjunto de princípios que irão guiar os governos nacionais conforme eles ajudam a reviver os bancos que têm ativos problemáticos.

Agência Estado |

O acordo dos ministros sobre os ativos de bancos permite uma série de remédios, incluindo a criação de um chamado "banco ruim" ou diversos bancos ruins para ficar com os ativos problemáticos. As diretrizes também pedem "uma abordagem de avaliação correta e consistente" para esses ativos e "flexibilidade a respeito da escolha dos ativos selecionados", disseram os ministros em comunicado conjunto.

A principal preocupação é restabelecer os empréstimos bancários, afirmou o Comissário Europeu para Relações Econômicas e Monetárias, Joaquin Almunia, em entrevista coletiva à imprensa, acrescentando que a comissão apresentará um plano mais detalhado nas próximas semanas. Esse plano trará os métodos para avaliar estes produtos complexos e outras condições.

"Os bancos que se beneficiarem de tais esquemas deverão manter uma parcela do risco e algumas condições específicas relacionadas à gestão poderão ser incluídas para limitar o risco moral (moral hazard)", disseram os ministros em comunicado conjunto. As instruções também pedem transparência e "monitoramento de perto da implementação" da assistência estatal para os ativos ruins.

O ministro das Finanças da Alemanha, Peer Steinbrueck, afirmou que prefere a criação de diversos bancos ruins, parcialmente capitalizados pelas instituições financeiras que os utilizarem, à criação de um único banco ruim centralizado.

A ajuda aos bancos não deve colocar um país contra o outro na corrida para oferecer subsídios, enfatizaram os ministros. As informações são da Dow Jones.

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