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Ucrânia informa à UE que existem dificuldades técnicas para envio de gás

Bruxelas - A primeira-ministra ucraniana, Yulia Timoshenko, informou nesta terça-feira à União Europeia (UE) que existem algumas dificuldades técnicas para o envio de gás através de território ucraniano, precisamente uma pressão baixa demais do combustível que chega da Rússia.

Redação com EFE |

 

O primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, cujo país está na Presidência rotativa da UE, falou com Timoshenko para pedir explicações por causa do atraso do fornecimento, segundo um comunicado.

Topolanek sugeriu que, para solucionar qualquer dificuldade técnica, seja feito contato com os especialistas da Eurogas, associação da União Europeia da indústria do gás natural, que estão prontos para assistir Kiev, e Timoshenko prometeu ter esta oferta em conta.

A Comissão Européia afirmou esta manhã que o gás que esta sendo bombeado é nulo ou muito limitado, e que a missão de observação posicionada em centros de envio da Rússia e da Ucrânia está tendo dificuldades de acesso, por isso é impossível que desempenhe seu trabalho.

Impasse

Centenas de milhares de europeus foram afetados pelo corte de gás e ficaram sem aquecimento na Europa em um inverno rigoroso desde o dia 1º de janeiro. O impasse entre Rússia e Ucrânia sobre o preço do gás já dura alguns anos, mas se agravou no início deste ano.

A Rússia acusava a Ucrânia de roubar parte do gás enviado para a Europa e de dever dinheiro. A Ucrânia nega as acusações.

Cerca de 40% das importações de gás dos 27 países da União Europeia são fornecidos pela Rússia, sendo que 80% desse gás é transportado via Ucrânia. Os países do leste europeu estão entre os mais dependentes do gás russo e foram os mais prejudicados pela crise da última semana.

 

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