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Trip quer fomentar mercado de distribuição final de passageiros

SÃO PAULO - A Trip quer criar um novo produto no mercado de aviação brasileiro, algo que já é comum em países mais ricos como os EUA. O plano agressivo da companhia, que quer acelerar seu ritmo de crescimento para 70% ao ano nos próximos três anos, irá criar uma malha preparada para atender empresas aéreas tradicionais na distribuição capilarizada de passageiros para cidades de baixa demanda. Nesse contexto, um acordo como o firmado com a norte-americana SkyWest faz todo o sentido, diz o presidente da Trip, José Mário Caprioli.

Valor Online |

A SkyWest, maior empresa aérea regional do mundo, realiza esse tipo de operação complementar para duas das maiores companhias aéreas dos EUA: a United Airlines e a Delta Air Lines. A experiência da nova parceira nessa atividade, acredita a administração da Trip, será importante para que ela dê início a esse segmento no Brasil - algo que nunca foi explorado devidamente.

Estamos criando um novo produto para o mercado brasileiro, afirma o presidente do conselho da Trip, Renan Chieppe, representante do Grupo Águia Branca, que divide o controle da companhia aérea com o Grupo Caprioli.

Atualmente a Trip já tem uma parceria com a TAM para a distribuição final de algumas linhas, principalmente na região Centro Oeste. Essa operação, porém, ainda é embrionária, segundo Caprioli.

Ela representa um milionésimo da malha da SkyWest nos EUA, mas já é um começo nesse sistema de parceria, afirma o presidente, lembrando que a Trip, hoje, já opera mais destinos do que as líderes TAM e Gol juntas e responde por 65% do mercado brasileiro de aviação regional.

A parceria com a SkyWest, dada sua experiência, é um recado que mostra nossa capacidade e intenção de fomentar o mercado de alimentação e distribuição de passageiros, explica.

De acordo com Caprioli, a expansão projetada para a malha, porém, não depende do aumento da parceria com a TAM ou de novos acordos semelhantes. Ela, por si, sustenta os resultados da companhia, por mais agressivas que sejam as metas, diz o executivo.

Nossa malha se sustenta sozinha, sem parceiros. Mas ela estará pronta para atender empresas parceiras, caso haja demanda, afirma.

Caprioli reconhece, inclusive, que eventuais novas parcerias podem até elevar o ritmo de crescimento de 70% ao ano, almejado pela Trip. O limite, explica Chieppe, é a oferta de aeronaves.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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