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TRF suspende liminar que impedia obra da hidrelétrica de Jirau

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O presidente do Tribunal Regional Federal da 1a região, desembargador Jirair Aram Meguerian, suspendeu na noite de quinta-feira o efeito da liminar que impedia as obras iniciais da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia. O consórcio que adquiriu em leilão a concessão da hidrelétrica --que terá capacidade instalada para gerar 3.300 megawatts-- é liderado pela franco-belga Suez Energy com 50,1 por cento, e composto ainda por Camargo Corrêa (9,9 por cento) e as estatais Eletrosul (20 por cento) e Chesf (20 por cento).

Reuters |

Segundo a assessoria do consórcio, as obras que haviam começado no final de novembro e tinham sido interrompidas pela liminar, serão retomadas imediatamente. O cronograma não foi comprometido, afirmou a assessoria.

O complexo hidrelétrico do rio Madeira é formado por duas hidrelétricas, Santo Antonio e Jirau.

O primeiro leilão, da usina de Santo Antônio, com capacidade para 3.150 megawatts, em dezembro, foi vencido pelo consórcio Furnas/Odebrecht, que vinha desenvolvendo o projeto básico das duas usinas desde 2001. A Odebrecht concorreu por Jirau e perdeu.

(Por Denise Luna)

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