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Três meses depois, os Correios param

Passados apenas três meses desde a última greve, os funcionários dos Correios decidiram cruzar os braços novamente, ontem, em praticamente todo o País. A adesão em São Paulo, segundo a empresa, foi de 15%.

Agência Estado |

O sindicato da categoria afirma que entre 35% e 50% dos carteiros não trabalharam. Além do atraso na entrega de cartas, os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disque-Coleta foram suspensos.

Na tarde de ontem, os trabalhadores decidiram, em assembléia, manter a paralisação. Eles afirmam que o governo não cumpriu acordo assinado em 2007, que previa o pagamento de adicional por periculosidade. Segundo a empresa, os carteiros receberam aditivo equivalente a 30% do salário, em caráter emergencial, durante seis meses. Agora, um benefício foi criado de forma permanente e prevê o pagamento de R$ 260 por mês a 58 mil trabalhadores - eles receberam esse valor pela primeira vez na segunda-feira.

O sindicato exige que a categoria continue recebendo os 30% e alega que o adicional de R$ 260 beneficia os funcionários que trabalham na empresa há no máximo cinco anos. Para os demais, não há vantagens.

Os Correios garantem que a adoção de um valor único para os servidores é uma forma de criar isonomia no pagamento. A empresa informou ainda que vai cortar o ponto dos grevistas.

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