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Três instituições buscam causas de acidente na Amazônia

Além da Aeronáutica, a Polícia Civil de Manacapuru e a Polícia Federal abriram inquérito para tentar descobrir as causas do acidente. Entre as hipóteses levantadas - além do excesso de peso, uma vez que o avião transportava 28 pessoas, enquanto a lotação máxima era para 21 - estão a falta de combustível e o uso de querosene adulterado, segundo integrantes do Comando da Aeronáutica em Manaus.

Agência Estado |

O tenente-coronel Vladimir Passos, do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-7), informou que, no momento, não se pode definir uma causa. A Manaus Aerotáxi afirmou que as aeronaves da empresa são abastecidas com combustíveis da BR e o Bandeirante tinha querosene suficiente.

A Anac informou que a obrigação de controlar a quantidade de passageiros é do piloto, o que não retira a responsabilidade da proprietária da aeronave. Mais importante do que a quantidade de passageiros, dizem especialistas, é saber o peso que o avião transportava. O manifesto de carga do avião, único documento oficial a respeito, não traz essa informação.

Passos teme que a caixa-preta do Bandeirante não tenha coletado todos os dados necessários para a investigação. Segundo ele, para fazer a degravação dos dados será preciso um identificador de voz, que possivelmente não existe no Brasil. Nesse caso, o equipamento seria enviado para outro país.

Até o fim da semana, as bagagens dos 24 mortos serão entregues aos familiares das vítimas. Ontem, um dos quatro sobreviventes, a assessora da Secretaria de Ação Social, Brenda Dias Moraes, foi ouvida pela polícia. Ela disse ter notado quando a turbina esquerda parou de funcionar e o avião perdeu altitude.

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