Seguem as partes mais importantes do comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo Federal Reserve, o BC americano, anunciando a manutenção das taxas de juros extremamente baixas, de zero a 0,25% e injetando 600 bilhões de dólares adicionais na economia para sustentar a recuperação:" /

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Trechos mais importantes do comunicado do Fed

Seguem as partes mais importantes do comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo Federal Reserve, o BC americano, anunciando a manutenção das taxas de juros extremamente baixas, de zero a 0,25% e injetando 600 bilhões de dólares adicionais na economia para sustentar a recuperação:

AFP |

Seguem as partes mais importantes do comunicado divulgado nesta quarta-feira pelo Federal Reserve, o BC americano, anunciando a manutenção das taxas de juros extremamente baixas, de zero a 0,25% e injetando 600 bilhões de dólares adicionais na economia para sustentar a recuperação:

"(...) o Comitê Federal de Open Market confirma, desde a última reunião, em setembro, que o ritmo da recuperação do crescimento e do emprego continua lento. O consumo nos lares aumenta gradualmente, mas ainda é limitado pelo alto nível do desemprego, pelo modesto crescimento do rendimento, pelo baixo patrimônio das famílias e um crédito apertado. Os gastos das empresas com equipamentos e programas informatizados também sobem, embora mais lentamente que no começo do ano, enquanto que o investimento em estruturas não residenciais prossegue débil. Os empresários mostram-se reticentes em incrementar seu quadro de pessoal. A construção civil prossegue deprimida. As expectativas de inflação a longo prazo se mantêm estáveis, mas os dados da inflação se orientaram para a baixa nos últimos trimestres.

"Consistente com seu mandato institucional, o Comitê busca favorecer o máximo emprego e a estabilidade de preços. Atualmente, a taxa de desemprego é elevada, e as cifras da inflação, bastante baixas, em relação aos níveis que o Comitê considera consistentes, a longo prazo. (...)

"Para promover um ritmo mais forte de recuperação econômica e ajudar a que a inflação, em perspectiva, alcance níveis consistentes, o Comitê decidiu ampliar seus ativos em obrigações. Manterá a atual política de investir os pagamentos provenientes de seus ativos em obrigações. Além disso, o Comitê planeja comprar 600 bilhões de dólares adicionais em bônus do Tesouro a longo prazo até o final do segundo trimestre de 2011, a um ritmo de 75 bilhões de dólares mensais. O Comitê também vai rever regularmente o ritmo de suas compras de obrigações e o montante total de seu programa de compra de ativos, ajustando-o, se necessário, para ajudar a criar o maior número de empregos e garantir a estabilidade de preços.

"Manterá a taxa de juros no patamar de 0 a 1/4 por cento (...), e continuará monitorando as perspectivas econômicas e o processo financeiro, empregando os instrumentos de que dispõe para sustentar a recuperação e ajudar a garantir que a inflação, em perspectiva, evolua em níveis consistentes com seus objetivos.

"Votaram a favor da decisão político-monetária: Ben S. Bernanke, Presidente; William C. Dudley, Vice-presidente; James Bullard; Elizabeth A. Duke; Sandra Pianalto; Sarah Bloom Raskin; Eric S. Rosengren; Daniel K. Tarullo; Kevin M. Warsh; e Janet L. Yellen.

"Votou contra Thomas M. Hoenig, por temer que os riscos das compras adicionais de obrigações superem os benefícios. Ele também se preocupa com o fato de que o contínuo e alto nível de flexibilização monetária incremente os riscos de futuros desequilíbrios financeiros, provocando um aumento das expectativas de inflação a longo prazo que possam desestabilizar a economia".

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