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Transporte coletivo deve ganhar prioridade

Ao traçar suas diretrizes para reduzir os congestionamentos na capital, a Prefeitura incluiu estratégias que privilegiam o transporte público. Enquanto defende a ampliação de corredores de ônibus, com criação de mais espaços prioritários nos horários de pico, por exemplo, prevê-se a restrição gradativa do acesso de veículos de transporte individual ao centro.

Agência Estado |

O texto que será analisado pelos vereadores nas próximas semanas não inclui mudanças no rodízio municipal, mas prevê "restrição à circulação de veículos automotores pelo período necessário a se evitar a ocorrência de episódios críticos de poluição do ar". Esse mecanismo permite o retorno do rodízio estadual, experiência que durou de maio a setembro em 1997 e 1998. Nas duas ocasiões, de acordo com o final de placa, os veículos ficavam proibidos de circular uma vez por semana, das 7 às 20 horas, na capital e em mais dez cidades da Grande São Paulo. O Estado revelou, há exatamente dois meses, que a Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) tem estudos para retomar a restrição, sobretudo nos piores dias do inverno.

O projeto lido em plenário reafirma a proibição aos caminhões, com carga e descarga somente à noite. Mas, em contrapartida, prevê o estímulo à adoção de entrepostos e terminais multimodais de carga. Há ainda incentivos ao transporte não motorizado, com criação de ciclovias e programa de carona solidária - criação de faixas exclusivas para veículos com pelo menos duas pessoas. Outra proposta polêmica é o reescalonamento de horários de serviço, públicos e privados, para redução de congestionamentos.

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