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Transpetro ameaça importar aço diante de articulações sobre preço

RIO - A Transpetro, subsidiária da Petrobras, repudiou o que chamou de articulações que estariam sendo feitas pela Usiminas para impor preços mais altos do que os praticados por produtores internacionais na venda de aço para a construção de seus navios e, com isso, ameaçar a sobrevivência da nascente indústria naval brasileira. De acordo com a nota divulgada hoje pela empresa, a Transpetro reafirma sua posição de buscar menores custos para o aço estejam onde estiverem. O aço representa cerca de um terço no custo final de um navio.

Valor Online |

O Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), do qual a Usiminas faz parte, alegou que a decisão da Transpetro de importar aço da China prejudica a indústria nacional e a geração de empregos no Brasil.

A Transpetro negou que tenha ocorrido, nas primeiras licitações do Programa de Modernização da Frota (Promef), favorecimento a qualquer país na aquisição de aço para viabilizar a construção de navios da estatal. O objetivo, segundo a empresa, foi garantir menores custos. O Promef envolve a construção de 49 navios.

A empresa esclareceu que, na quarta licitação realizada no dia 15 de janeiro deste ano, o preço ofertado pela Usiminas ficou 60% acima da melhor oferta. "Como os preços ofertados em janeiro alcançaram um patamar competitivo, a Transpetro optou por aumentar a encomenda de 18 mil para 42 mil toneladas, de acordo com solicitação do estaleiro Atlântico Sul, destino final do aço", diz a nota.

Ainda segundo a subsidiária da Petrobras, a Usiminas, ao ser convidada a oferecer sua melhor oferta, aceitou reduzir o preço do aço, mas somente para um lote de 18 mil toneladas, recusando-se a fornecer outras 6 mil toneladas de aço de acordo com a cotação internacional.

(Agência Brasil)

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