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Toyota promete recall do tapete do Corolla no Brasil, diz Procon-SP

SÃO PAULO - A Toyota já assumiu com órgãos de defesa do consumidor o compromisso de realizar um recall para solucionar eventuais problemas de aceleração contínua involuntária do Corolla, que culminaram com a proibição da venda do modelo em Minas Gerais. Segundo informação da Fundação Procon-SP, a montadora aceitou realizar a convocação, após o Grupo de Estudos Permanentes de Acidentes de Consumo (Gepac) - formado por órgãos de defesa do consumidor - solicitar ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) a suspensão da comercialização do modelo. No entanto, uma medida"mais extrema"foi descartada após a Toyota dar o compromisso de que vai realizar o recall, que deverá ser anunciado pela fabricante nos próximos dias, diz o Procon-SP. Além do Procon-SP, o Gepac é formado por órgãos como o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), o Ministério Público Federal e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Ontem, após ser notificada sobre a proibição das vendas do Corolla no mercado mineiro, a Toyota afirmou que os veículos do modelo não apresentam qualquer defeito capaz de ocasionar aceleração involuntária, relacionando essa ocorrência ao mau posicionamento ou instalação incorreta do tapete do motorista, ou mesmo ao uso de tapetes não genuínos. Por sua vez, o Ministério Público mineiro contestou que a informação sobre a fixação do tapete não é dada ao consumidor no momento da compra e tampouco está visível no interior do veículo. Essa informação, diz o órgão, consta apenas no manual de instruções do carro, o que não atende a exigências do Código de Defesa do Consumidor.

Valor Online |

SÃO PAULO - A Toyota já assumiu com órgãos de defesa do consumidor o compromisso de realizar um recall para solucionar eventuais problemas de aceleração contínua involuntária do Corolla, que culminaram com a proibição da venda do modelo em Minas Gerais. Segundo informação da Fundação Procon-SP, a montadora aceitou realizar a convocação, após o Grupo de Estudos Permanentes de Acidentes de Consumo (Gepac) - formado por órgãos de defesa do consumidor - solicitar ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) a suspensão da comercialização do modelo. No entanto, uma medida"mais extrema"foi descartada após a Toyota dar o compromisso de que vai realizar o recall, que deverá ser anunciado pela fabricante nos próximos dias, diz o Procon-SP. Além do Procon-SP, o Gepac é formado por órgãos como o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), o Ministério Público Federal e o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Ontem, após ser notificada sobre a proibição das vendas do Corolla no mercado mineiro, a Toyota afirmou que os veículos do modelo não apresentam qualquer defeito capaz de ocasionar aceleração involuntária, relacionando essa ocorrência ao mau posicionamento ou instalação incorreta do tapete do motorista, ou mesmo ao uso de tapetes não genuínos. Por sua vez, o Ministério Público mineiro contestou que a informação sobre a fixação do tapete não é dada ao consumidor no momento da compra e tampouco está visível no interior do veículo. Essa informação, diz o órgão, consta apenas no manual de instruções do carro, o que não atende a exigências do Código de Defesa do Consumidor. Dessa forma, o órgão informou que a venda do Corolla somente será liberada quando a fabricante adotar medidas que impeçam a troca do tapete original de fábrica e efetuar a troca dos tapetes dos veículos em circulação. Procurada pelo Valor, a assessoria de imprensa da Toyota informou que ainda não tinha informações sobre o"recall do tapete". (Eduardo Laguna | Valor)
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