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A Bolsa de Tóquio atingiu nesta segunda-feira seu mais alto nível de fechamento em um mês, depois que a decisão da China de permitir maior flexibilidade à taxa de câmbio alimentou um rali generalizado, liderado pelas ações de siderúrgicas, fabricantes de maquinários e empresas ligadas a commodities, e apoiado pelos sólidos ganhos na maioria das outras bolsas asiáticas. O índice Nikkei 225 subiu 242,99 pontos, ou 2,4%, e fechou aos 10.

A Bolsa de Tóquio atingiu nesta segunda-feira seu mais alto nível de fechamento em um mês, depois que a decisão da China de permitir maior flexibilidade à taxa de câmbio alimentou um rali generalizado, liderado pelas ações de siderúrgicas, fabricantes de maquinários e empresas ligadas a commodities, e apoiado pelos sólidos ganhos na maioria das outras bolsas asiáticas. O índice Nikkei 225 subiu 242,99 pontos, ou 2,4%, e fechou aos 10.238,01 pontos, a maior pontuação de fechamento desde 18 de maio.

A Bolsa abriu em alta e ganhou mais impulso ao longo do dia, em grande parte graças à crença de que a decisão da China não levará a uma forte depreciação do dólar ou do euro em relação ao iene, como alguns temiam. Quem planejava vender ações no pregão da manhã, mudou para a posição compradora à tarde, depois de confirmar a estabilidade das cotações no mercado de câmbio, segundo observou Mamoru Nakajo, gerente da corretora Phoenix Securities. Os defensores do fortalecimento do yuan dizem que a valorização da moeda chinesa aumentará o poder de compra dos consumidores e das empresas da China, e que por isso, de maneira geral, favorecerá as empresas do Japão. As informações são da Dow Jones.

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