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Tóquio desaba 3,1%, com balanços e dados ruins

O índice Nikkei 225 da Bolsa de Tóquio caiu 3,1%, ou 257,19 pontos, e fechou aos 7.994,05 pontos.

Redação com Agência Estado |

 

Uma combinação de balanços corporativos ruins, pessimismo das bolsas de Nova York e perspectivas econômicas sombrias eliminou todos os ganhos de ontem e um pouco mais.

Na semana, o índice fechou com um avanço de 2,3%, mas ainda apresenta perda de 9,8% no mês.

Mercados na Ásia

As bolsas asiáticas apresentaram sinais distintos nesta sexta-feira. Na ausência de notícias locais mais "quentes", alguns mercados seguiram a tendência de queda registrada em Wall Street.

Em comum entre eles o baixo volume de negociações e a expectativa em relação à abertura dos negócios, segunda-feira, na China e em Taiwan, que hoje estiveram fechadas por ser feriado.

As ações de bancos e seguradoras chinesas alavancaram a Bolsa de Hong Kong, com esperanças de que Pequim possa lançar mais medidas de estímulo econômico após o feriado do Ano Novo Lunar, que termina domingo. Com baixo volume de negociações, o Hang Seng ganhou 123,78 pontos, ou 0,9%, e encerrou aos 13.278,21 pontos.

Na Coreia do Sul, as perdas com ações de tecnologia e telecomunicações lideraram a baixa da Bolsa de Seul. O mercado local, porém, reduziu as perdas iniciais apesar da divulgação de dados econômicos negativos e do anúncio de que a Coreia do Norte vai romper todos os acordos políticos e militares entre os países. O índice Kospi fechou com recuo de 0,4%, aos 1.144,52 pontos.

Na Austrália, o mercado fechou em alta pelo quarto pregão consecutivo em que pese as substanciais perdas nos mercados norte-americano e japonês. A Bolsa de Sydney foi ajudada pela venda de ativos da Rio Tinto e por ganhos nas ações de índice futuro dos EUA. Contudo, as compras de fim de mês provavelmente realçaram a alta do índice S&P/ASX 200, que subiu 0,4% e encerrou aos 3.540,7 pontos.

Já o PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, recuou 1,9%, aos 1.825,09 pontos, na terceira sessão seguida de baixa, influenciada por Wall Street e pelos números anunciados na véspera pelo governo, com forte queda do PIB para 4,6%, ante crescimento de 7,2% em 2007.

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