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T-Mobile apresenta primeiro Google phone , que chega ao mercado em outubro

O Google acaba de entrar no cobiçado mercado da telefonia móvel, ao apresentar nesta terça-feira um aparelho desenvolvido em parceria com a telefônica T-Mobile para competir com o popular iPhone, da Apple.

AFP |

O T-Mobile G1 - primeiro a utilizar o sistema operacional aberto "Android", criado pelo Google - é fabricado pela empresa taiwanesa HTC e estará disponível para venda a partir de 22 de outubro nos Estados Unidos, onde custará 179 dólares, menos que os 199 dólares cobrados pela empresa de Steve Jobs pelo iPhone 3G.

Quem quiser um "Google phone" terá de assinar um contrato de pelo menos dois anos com a T-Mobile, filial da Deutsche Telekom, pagando de 25 a 35 dólares por mês.

Cole Brodman, diretor de tecnologia e inovação do T-Mobile, acredita que o G1 "impulsionará a nova Internet móvel do futuro".

Um pouco mais grosso e mais estreito que o iPhone, o G1 começará a ser vendido na Grã-Bretanha no início de novembro e em outros países europeus atendidos pela T-Mobile no começo de 2009.

O G1 possui muitas características semelhantes ao iPhone e ao Blackberry, da Research in Motion, como a tela sensível ao toque, Internet de alta velocidade, Wi-Fi, GPS, correio eletrônico e envio de mensagens SMS. Além disso, inclui uma câmera de 3.0 megapixels e um miniteclado QWERTY oculto sob a tela.

Pouco antes do lançamento, a Amazon.com havia anunciado que os usuários do novo telefone celular poderiam ter acesso a seu catálogo musical para baixar músicas, o que coloca a loja online em concorrência direta com a Apple Store, que vende músicas para usuários de iPods e iPhones.

O aparelho foi projetado de maneira integrada com todas as aplicações do Google, como o Google Maps e o Gmail, e pode mostrar vídeos do YouTube - comprado pelo Google em 2006.

"A estratégia do Google se concentra no amplo alcance de seus serviços", estimou Charles Golvin, analista da Forrester Research. "É só o primeiro passo de um longo caminho estratégico do Google".

Carolina Milanesi, da Gartner Consulting, concorda.

"O Google está entrando no mercado de telefonia móvel não para se tornar outro fabricante de telefones celulares, mas sim para habilitar um enorme mercado para seus serviços e aplicações", disse.

Para isso, o Google confia principalmente em seu sistema operacional aberto "Android", que dá vida ao G1. O objetivo é que ele se torne o sistema dominante em telefones celulares e os compatibilize com as redes de várias empresas.

"Um programador poderá usá-lo como plataforma. E poderá modificar a plataforma e melhorá-la", explicou Andy Rubin, diretor de plataformas móveis do Google.

"Como pessoa obsessiva com informática, fico entusiasmado com a possibilidade de ter um telefone com o qual possa jogar e modificar", disse, no lançamento, o co-fundador do Google, Sergey Brin.

chr/ap/tt

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