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Timoshenko pede relação direta entre companhias de gás russa e ucraniana

Kiev, 16 jan (EFE).- A primeira-ministra ucraniana, Yulia Timoshenko, defenderá amanhã em Moscou, em sua reunião com seu colega russo, Vladimir Putin, relações diretas e transparentes com o objetivo de pôr fim à crise do gás.

EFE |

Segundo um comunicado, Timoshenko insistirá em que não deve haver intermediários entre as companhias ucraniana Naftogaz e a russa Gazprom.

Além disso, afirmará que devem ser estabelecidos preços e tarifas mutuamente vantajosos do gás russo para a Ucrânia e do trânsito à Europa.

Timoshenko dirá ainda que a Rússia precisa desistir de privatizar ou alienar em qualquer forma os gasodutos ucranianos, que continuarão sendo de propriedade estatal, enquanto a Ucrânia se compromete a transportar rigorosamente todo o gás fornecido através de seu território aos outros países europeus.

A premiê ressaltou que em sua reunião com Putin é preciso firmar "um compromisso para salvar as boas relações entre Ucrânia e Rússia, assim como a reputação dos dois países na Europa".

"Acredito que assumiremos tal compromisso", ressaltou Timoshenko, que rejeita as críticas do presidente ucraniano, Viktor Yushchenko, a sua gestão à frente do Executivo e a sua decisão de viajar para Moscou para tentar resolver a crise.

"O Governo assume toda a responsabilidade pela superação da crise de gás com a Rússia, que não foi provocada por ele. Para agir com decisão e eficácia, na 'diplomacia do gás' só haverá uma linha, a do Governo, que será aplicada com rigor", assinalou. EFE se/mh

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