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TIM: momento não é para redução de investimentos

O presidente da TIM, Mario Cesar Pereira de Araujo considera que este não é o momento para redução dos investimentos no setor. Há uma demanda reprimida por telecomunicações, especialmente banda larga, por isso precisamos, com responsabilidade e eficiência operacional, aproveitar o momento para dar um salto de produtividade, defendeu o presidente da TIM, que participa hoje da Futurecom 2008.

Agência Estado |

Para evitar retração na demanda por serviços de telecomunicações, Araujo, conclamou operadoras, governo e até entidades de defesa do consumidor para instigar o setor a um "salto de produtividade". Com isso, ele quer criar condições para atrair novos assinantes à base, feito que seria conseguido, inclusive, com redução de tarifas.

"Essa briga de vaidades não nos leva a lugar nenhum. Temos de trabalhar para que o mercado não se retraia, criando bases sólidas para dar um salto de qualidade", afirmou o executivo. Para ele, a pesada carga tributária sufoca as margens operacionais das teles no País, reduzindo a atratividade deste mercado a novos investidores. "Os acionistas da TIM mantêm seus planos para o Brasil, mas um novo investidor vai pensar bem antes de vir para cá, onde as margens giram em torno de 25%, contra uma média de 40% na Europa.

Ainda não há negociação em andamento com Anatel, Ministério das Comunicações, operadoras, legislativo e representantes dos consumidores. Mas Araujo disse que já começa a perceber "namoros" e "olhares" na direção de um entendimento para estimular o mercado. "Acho que o setor vai, sim, puxar os investimentos, mas não vivemos numa ilha da fantasia", destacou.

Um dos assuntos que o presidente da TIM gostaria de colocar na pauta é a redução da contribuição das operadoras ao Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). "Isso seria convertido em investimentos e benefícios ao cliente." Araujo acha que o Congresso poderia ficar sensível à questão da carga tributária. "Eles precisam considerar as telecomunicações como um bem essencial", enfatiza.

Além disso, diz que poderia ser interessante reduzir as metas de cobertura com tecnologia de terceira geração (3G) em cidades com baixa densidade populacional. E acredita que a construção de redes de banda larga seria alavancada por incentivos fiscais.

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