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TIM investe R$ 40 mi neste ano para levar fibra óptica ao RJ

A TIM projeta investimentos de aproximadamente R$ 40 milhões neste ano para instalar uma rede de fibra óptica no Rio de Janeiro, cujas vendas devem começar a ocorrer em 2009. Segundo o presidente da operadora móvel, Mario Cesar Pereira de Araujo, a empresa está iniciando uma licitação em São Paulo e em Belo Horizonte para construir sua malha de internet em alta velocidade, com planos de levar a fibra óptica a outras quatro cidades também no próximo calendário.

Agência Estado |

Com isto, a TIM quer reduzir a dependência de linhas alugadas, baixar o custo de transporte e se preparar para a expansão do tráfego, especialmente após o lançamento do rede de terceira geração (3G) com a tecnologia HSPA (sigla para High Speed Packet Access). "Estamos preparando a empresa para um novo contexto de convergência tecnológica", afirmou há instantes, em teleconferência com jornalistas, o presidente da TIM. Dentro da estratégia de vender produtos convergentes, a TIM lançou, em setembro, serviços de telefonia fixa, complementando a oferta de planos para voz e banda larga na rede móvel.

Segundo Araujo, embora o custo de construção das redes de fibra óptica seja alto, o retorno financeiro ocorre "muito rápido", já que a operadora ficará livre de pagar aluguel pelos meios de transmissão, ligando as antenas da TIM com as centrais telefônicas. Estas despesas crescem continuamente com o avanço da base de clientes de banda larga. "O custo destes meios no Brasil ainda são extremamente altos, por isso vale a pena construir rede própria", afirmou o executivo.

De acordo com Araujo, o tráfego de dados na TIM em São Paulo já superou o de voz, situação essa que força o mercado a uma análise mais precisa de seus modelos de negócios. "O ARPU (receita média por assinante) de voz, no entanto, ainda é maior que o de dados. Por isso temos de trabalhar para a redução de custos." O diretor responsável pela área de tecnologia da TIM, Antonino Ruggero, observou que serviços como televisão pela internet (IPTV) provocarão um enorme consumo de banda, levando as teles à necessidade de desenvolver a infra-estrutura de internet em alta velocidade. Ainda conforme Ruggero, como a mão-de-obra para construção dessa malha é local e boa parte dos produtos são adquiridos em solo brasileiro, o "impacto da alta do dólar não é relevante".

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