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TIM: 24% da dívida total é exposta ao câmbio, mas está protegida

No balanço apresentado hoje, a TIM Participações informou que cerca de 24% da dívida total de R$ 4,1 bilhões - dos quais 41% é de longo prazo - é denominada em moeda estrangeira, mas está totalmente protegida por instrumentos de swap. Este endividamento permanece estável ante o segundo trimestre (R$ 4,114 bilhão) e já considera o custo com a licença 3G.

Agência Estado |

Doze meses atrás, a dívida bruta era de R$ 2,2 bilhões.

O custo médio anual da dívida da TIM no terceiro trimestre de 2008 era de 12,5%, contra 11,03% em igual intervalo do ano anterior. Segundo a TIM, sua dívida é composta financiamentos de longo prazo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ao BNB (Banco do Nordeste do Brasil), além de empréstimos contratados com outras instituições financeiras locais. Vale lembrar que, em setembro, foi aprovada uma linha de crédito pelo BNDES de R$ 1,5 bilhão. O dinheiro será usado para o plano de investimento de 2008 a 2013, em expansão de rede e tecnologia da informação (TI).

A posição de caixa da empresa ficou em R$ 1,363 bilhão, "basicamente devido a um fluxo de caixa líquido positivo gerado no terceiro trimestre, no valor de R$ 468 milhões". Com isso, a dívida líquida da TIM passou a R$ 2,743 bilhões, contra R$ 3,210 bilhões ao final do segundo trimestre e R$ 1,787 bilhão entre julho e setembro de 2007.

A alta de 47,1% nas despesas financeiras da TIM Participações entre o terceiro trimestre de 2007 e igual intervalo de 2008, para R$ 208,219 milhões, aprofundou em 46,3% o resultado financeiro líquido negativo, para R$ 118,360 milhões.

Como a TIM expressou em seu balanço, os gastos financeiros maiores foram afetados por um aumento nas despesas com juros - relacionado ao valor presente líquido da aquisição das licenças de telefonia celular de terceira geração (3G) - de R$ 35,7 milhões no terceiro trimestre de 2008, que começou a ser contabilizado entre abril e junho passados. No total, a TIM pagou R$ 1,3 bilhão pelas outorgas 3G, dos quais 10% já foram pagos à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

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