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Tesouro vai manter programa de captação externa

BRASÍLIA - O Tesouro Nacional pretende prosseguir com captações de referência no mercado internacional para ajudar na redução de juros das operações de empresas brasileiras. Também informou que manterá o programa de resgate antecipado de bônus externos e que já adquiriu mais da metade dos recursos necessários ao pagamento de principal e juros da dívida externa que vence no ano.

Valor Online |

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF) 2009 divulgado hoje, a dívida externa demandará o equivalente a R$ 16,1 bilhões este ano. No ano passado as recompras atingiram o equivalente a US$ 1,5 bilhão, totalizando US$ 15,5 bilhões desde 2006.

O PAF também estabeleceu entre R$ 1,45 trilhão e R$ 1,6 trilhão o intervalo para expansão da dívida pública federal (DPF) em 2009, cujo estoque subiu a R$ 1,397 trilhão em 2008, englobando o endividamento público em títulos no mercado interno e a dívida externa.

Embora os limites sejam fixados pelo Tesouro para a DPF, eles se referem mais à Dívida Pública Mobiliária Federal Interna (DPMFI), que constitui a maior parcela do endividamento, já que o passivo externo é bem menor. Em 2008, a DPF ficou no intervalo previsto, entre R$ 1,36 trilhão e R$ 1,42 trilhão.

Os papéis prefixados, que fecharam no ano passado equivalendo a 29,9% da dívida global, devem ficar entre um mínimo de 24% e máximo de 31%, segundo o PAF; a parcela atrelada a juros (Selic) tem intervalo fixado entre 32% e 38%, depois de ter fechado em 32,4%.

Para os papéis com índice de preços que representam em 26,6% do global, o intervalo fixado ficou entre 26% e 30%.

A parcela atrelada ao câmbio tem mínimo de 7% e máximo de 11%, tendo fechado 2008 em 9,7% da DPF.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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