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Tesouro americano não fornece cifras para salvar Fannie Mae e Freddie Mac

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, se negou nesta terça-feira a revelar o total que implicará o plano de salvamento dos dois gigantes do refinancimanto hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac, alegando a dificuldade de determinar a dimensão do crédito necessário.

AFP |

O plano elaborado durante o fim de semana prevê um aumento temporário, durante 18 meses, da linha de crédito de 2,25 bilhões de dólares concedida pelo Tesouro aos organismos de refinanciamento hipotecário, recordou Paulson.

"Levando em conta a dificuldade de determinar a dimensão apropriada da linha de crédito, não proporemos nenhum montante específico", afirmou diante da comissão bancária do Senado.

"A flexibilidade é a melhor maneira de aumentar a confiança dos mercados e também minimizar os riscos para os contribuintes", acrescentou.

O plano, que requer a aprovação do Congresso, prevê autorizar ao Tesouro a compra, se necessário, de partes de ambas empresas.

No domingo foram anunciadas três medidas de apoio às duas instituições.

"Fannie Mae e Freddie Mac desempenham um papel importante em nosso sistema financeiro imobiliário e devem continuar desempenhando esse papel em sua forma atual, como companhias de propriedade de acionistas", declarou a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino, em um comunicado.

"Depois de trabalhar com as companhias, com o Federal Reserve (FED, o Banco Central americano) e com outros organismos reguladores, o secretário do Tesouro Paulson apresentou um plano que, acreditamos, ajudará a agregar estabilidade durante este período. O presidente George W. Bush ordenou ao secretário Paulson para que trabalhe de imediato com o Congresso para agir com esse plano", completou.

tu/lm/sd/cn

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