O terremoto no Chile, país que responde por cerca de 10% da produção mundial de celulose, aliado à retomada de projetos do setor interrompidos por causa da crise, provocou um reajuste na tabela de preços da matéria-prima do papel. Ontem, a Suzano anunciou aumento de US$ 50 por tonelada de celulose para os mercados norte-americano, europeu e asiático.

A empresa está alinhada com o movimento de outros fabricantes, como a Fibria, resultado da união da Aracruz e da Votorantim Celulose e Papel(VCP)). Estima-se que os preços de livros, cadernos e materiais de escritório vão ficar 7% mais caros.

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