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Teles pedem adiamento da portabilidade, mas Claro defende data

Por Taís Fuoco SÃO PAULO (Reuters) - Uma carta assinada por todas as operadoras do país, com exceção de Claro, Embratel e GVT, foi encaminhada à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quarta-feira para pedir novo prazo para o início da portabilidade numérica no país.

Reuters |

Elas querem que a data atualmente prevista para o início dessa possibilidade --1o de setembro-- seja adiada para janeiro de 2009. Com a portabilidade, o assinante poderá mudar de operadora, fixa ou móvel, e manter o número da linha.

O cronograma acertado entre as próprias operadoras e a Anatel previa que em setembro o recurso começasse a existir em algumas regiões do país, onde ficam algo como 9 por cento dos usuários de telefone, e a adoção fosse escalonada até que, em março de 2009, o processo estivesse completo em todo o Brasil.

Pela agenda acertada, São Paulo e Rio de Janeiro seriam as duas últimas cidades a serem contempladas com o recurso.

As empresas, entretanto, têm afirmado publicamente que o prazo está apertado e que há problemas técnicos nos testes.

Em reunião com as operadoras no dia 8 de agosto, entretanto, o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, já havia se negado a adiar o processo. Ele prometeu, inclusive, aumentar a fiscalização sobre os testes que estão acontecendo desde julho porque considerou-os 'insatisfatórios do ponto de vista da qualidade e segurança', segundo a assessoria de imprensa do órgão.

CLARO QUER MANTER DATA

A Claro, uma das três companhias que se recusou a assinar a carta das operadoras, disse à Reuters, através de sua assessoria de imprensa, que entende que 'prazos existem para serem cumpridos'.

'Para a Claro, a portabilidade é a maior opção de direito de escolha do consumidor', disse a assessoria de imprensa da operadora.

Embratel e GVT, que entraram depois das concessionárias locais na telefonia fixa, também têm interesse em que o processo comece o quanto antes.

Procurada, a Anatel ainda não se manifestou sobre o pleito das operadoras.

(Edição de Alexandre Caverni)

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