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Telefônica teve ganho de R$ 11,5 mi com hedge da dívida

A Telefônica informou que em 30 de setembro, 99,26% do endividamento em moeda estrangeira da companhia era coberto por posições ativas de operações de hedge cambial (swap para CDI), que geraram um resultado positivo líquido consolidado de R$ 11,5 milhões. A companhia também possui operações de swap - CDI x pré para cobrir parcialmente as flutuações nas taxas de juros internas, com principal contratado de R$ 50 milhões, que geraram um resultado positivo líquido consolidado de R$ 376,9 mil, sendo que esse ganho temporário foi registrado na demonstração de resultado.

Agência Estado |

Além disso, conforme relatório da administração que acompanha o balanço do terceiro trimestre, a sociedade possui operações de swap - CDI + spread x %CDI, com principal de R$ 1,5 bilhão, para cobertura do spread fixo das debêntures, que geraram resultado negativo de R$ 195,5 mil. O saldo registrado no passivo para reconhecer a posição líquida de derivativos em 30 de setembro de 2008 era de R$ 69,5 milhões.

Em 30 de setembro de 2008, a empresa tinha R$ 436,1 milhões em empréstimos e financiamentos em moeda estrangeira, dos quais R$ 346,5 milhões captados a taxas de juros fixas e R$ 89,6 milhões captados a taxas de juros variáveis (Libor). Compõe também a posição de empréstimos e financiamentos o valor de debêntures, com remuneração baseada na variação do CDI + spread fixo, de R$ 1,516 bilhão e o valor de R$ 811,3 milhões de financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A empresa informou que todas as contratações de instrumentos financeiros derivativos têm o objetivo de proteção de risco cambial e de variações nas taxas de juros externas e locais decorrentes de dívidas financeiras, conforme política corporativa de gestão de riscos. Desta forma, eventuais variações nos fatores de risco geram um efeito inverso na contrapartida que se propõem a proteger. "Não há, portanto, instrumentos financeiros derivativos com propósitos de especulação e os passivos cambiais financeiros estão protegidos", diz o texto.

No final de setembro, a dívida líquida da empresa era de R$ 1,587 bilhão, contra R$ 2,441 bilhão de junho deste ano e R$ 1,239 bilhão de setembro de 2007.

Ainda segundo a empresa, para reduzir a exposição à taxa de juros variável local (CDI), a companhia investe o excesso de disponibilidade (aplicações financeiras) de R$ 1,240 bilhão em instrumentos de curto prazo, baseados na variação do CDI, obedecendo limites de crédito e de diversificação estabelecidos pela política corporativa de risco de crédito vigente.

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