Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Telefónica: oferta pela Vivo é 146% maior que o valor de mercado

São Paulo, 10 mai (EFE).- A oferta da Telefónica à Portugal Telecom por 50% do capital da Vivo é superior em 146% ao valor de mercado da companhia, de acordo com fontes da empresa espanhola.

EFE |

São Paulo, 10 mai (EFE).- A oferta da Telefónica à Portugal Telecom por 50% do capital da Vivo é superior em 146% ao valor de mercado da companhia, de acordo com fontes da empresa espanhola. De acordo com uma fonte da Telefónica consultada pela agência Efe, a oferta de 5,7 bilhões de euros (cerca de US$ 7,3 bilhões), rejeitada pela companhia portuguesa, representa 146% da metade do valor de mercado de Vivo, calculado no Brasil em 7,8 milhões de euros (quase US$ 10 bilhões). A oferta foi feita no último dia 6, e a Telefónica pretendia adquirir 50% da Brasilcel, que controla 60% da Vivo Participações. "A oferta é vinculativa, não se encontra submetida a nenhum tipo de condições e estabelece um prazo de dois meses, desde sua aceitação, para completar a referida aquisição das ações da Brasilcel", explica um comunicado enviado na madrugada de terça-feira à Comissão Nacional da Bolsa de Valores (CNMV) da Espanha. No texto, a Telefónica se mostrou confiante também em obter dentro do prazo da oferta, válida até 6 de junho, a aprovação da Anatel. A empresa espanhola incluiu uma oferta adicional de 600 milhões de euros (US$ 768,2 milhões) pelas ações que não são de titularidade da Brasilcel. Em Lisboa, a Portugal Telecom informou também na noite desta segunda-feira à Comissão da Bolsa de Valores a decisão de rejeitar a oferta "não solicitada, vinculativa e incondicional para a aquisição de sua participação de 50% no capital da Brasilcel". A empresa portuguesa assinalou que o Conselho de Administração da empresa se reuniu nesta segunda para estudar a oferta, que foi rejeitada por "unanimidade" ao considerar que a "Vivo é um ativo essencial para a estratégia da companhia e a venda dessa participação iria contra as perspectivas de crescimento a longo prazo". EFE wgm/fm

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG