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Telefônica nota cautela de clientes em conversas, mas mantém planos

Embora reconheça que alguns de seus clientes estejam expressando, em conversas de negócios, preocupação com a crise financeira global, o vice-presidente de Estratégia e Regulação da Telefônica, Maurício Giusti, diz que a empresa está com todos os seus investimentos mantidos. Senti alguma retração dos clientes em conversas, mas nada que tenha afetado nossos negócios, afirmou o executivo.

Agência Estado |

Giusti disse que a ainda não tem uma avaliação completa de como a crise vai atingir o mercado de telecomunicações, mas destacou que a questão cambial "pode, sim, ter um impacto importante", já que parte do investimento das teles, como a compra de equipamentos de redes, é denominada em moeda estrangeira.

Contudo, o executivo ponderou que a Telefônica está em uma boa situação por "ter uma gestão financeira bastante conservadora" e suas operações de proteção cambial (hedge) não terem caráter especulativo. A "situação de caixa tranqüila", nas palavras de Giusti, permite a continuidade dos investimentos sem sobressaltos. "Para nós, (a crise) não tem gerado impacto importante porque não precisamos buscar recursos no mercado para nosso cronograma de investimentos", observou, destacando ter "esperança" de que o Brasil não seja tão afetado, já que se encontra com melhores fundamentos econômicos do que em crises anteriores.

Em entrevista concedida semanas atrás à Agência Estado, o vice-presidente de Finanças da concessionária, Gilmar Camurra, informou que Telefônica vai usar somente recursos próprios para investir em torno de R$ 2 bilhões em ativo permanente (Capex) este ano, dos quais R$ 945,9 milhões já foram desembolsados no primeiro semestre. Na ocasião, ele afirmou que a geração de caixa total da Telefônica é de cerca de R$ 600 milhões por mês.

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