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Telefônica não vê problemas de concorrência com volta da Telebrás

O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, disse há pouco que, se a Telebrás "seguir as boas práticas do mercado", não haverá problemas de concorrência com o setor privado. A Telebrás será a gestora do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

AE |

O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, disse há pouco que, se a Telebrás "seguir as boas práticas do mercado", não haverá problemas de concorrência com o setor privado. A Telebrás será a gestora do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). Hoje a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, recebeu os presidentes das principais operadoras de telefonia do País para discutir as diretrizes do plano. "O mercado de telecomunicações é extremamente competitivo e a entrada de outro competidor, desde que ele siga as boas práticas do mercado, não traz nenhum problema", afirmou Valente. Ele evitou fazer comentários sobre as diretrizes do plano e disse que vai esperar a publicação do decreto presidencial, que trará os detalhes do programa, para analisar de que maneira as teles poderão colaborar. O diretor executivo da Associação Brasileira de Telecomunicações, Eduardo Levy, também minimizou a possibilidade de uma concorrência desleal com a retomada da Telebrás. "A intenção que se coloca não é de uma concorrência. É uma indução para que se consiga chegar o mais rápido possível a uma universalização da banda larga", disse o executivo da associação que congrega as grandes operadoras de telefonia fixa e móvel do País. "A forma como isso vai acontecer nós ainda não temos certeza", acrescentou. Além de Valente e Levy, participaram da reunião os presidentes da Oi, Luiz Eduardo Falco; da Embratel, José Formoso; da Vivo, Roberto Lima; da TIM, Luca Luciani; e da Claro, João Cox. Pelo lado do governo, estavam presentes o futuro presidente da Telebrás, Rogério Santanna; o coordenador de Projetos de Inclusão Digital do Governo, Cezar Alvarez; e o secretário de Telecomunicações do ministério das Comunicações, Roberto Pinto Martins. Ainda hoje haverá outras reuniões com representantes da indústria, da sociedade civil e dos provedores de internet.

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