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Telebrás só no ‘último caso’, diz secretário

Visto como um dos principais defensores da volta da Telebrás, o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, disse ontem, em São Paulo, que a empresa só entrará no mercado de banda larga no País em "último caso", para atender municípios que não despertarem o interesse da iniciativa privada. Ele afirmou também que a participação do governo no setor pode vir na forma de outra estatal.

AE |

Visto como um dos principais defensores da volta da Telebrás, o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna, disse ontem, em São Paulo, que a empresa só entrará no mercado de banda larga no País em "último caso", para atender municípios que não despertarem o interesse da iniciativa privada. Ele afirmou também que a participação do governo no setor pode vir na forma de outra estatal. Santanna disse também que, embora a proposta da Oi esteja dentro dos parâmetros apresentados pelo governo - entre eles, o preço de R$ 35 por mês -, ela não substituirá o programa estatal. Segundo o secretário, o plano da Oi é adequado, mas outras companhias privadas, incluindo a Telefônica e a Embratel, serão convidadas a apresentar alternativas, respeitando as regras determinadas pelo governo. Posição. O secretário disse esperar que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se pronuncie positivamente sobre o Plano Nacional de Banda Larga dentro de 15 dias. Ele afirmou que o objetivo é "incluir todo mundo no plano", com incentivos específicos para empresas de pequeno porte. De acordo com Santanna, existem hoje aproximadamente 1,7 mil prestadoras de serviço que não conseguem concorrer com as grandes operadoras. Santanna informou que empresas de qualquer porte que fornecerem internet banda larga respeitando o preço-limite do governo terão subsídios oficiais. Ele explicou que o apoio poderá vir na forma de desonerações tributárias e, para casos específicos, em recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas também terão acesso à rede estatal de fibra óptica, que, de acordo com ele, cobre 88,4% dos municípios. Segundo projeções oficiais, a redução do preço médio da banda larga dos atuais R$ 96 para R$ 35 elevaria o número de usuários do serviço para 35 milhões de pessoas até 2014. Com isso, o porcentual de clientes de internet banda larga na classe C passaria dos atuais 10% para mais de 53%.As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
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