Um bico de mamadeira airflex, que impede a entrada de ar e evita a cólica do bebê, ou um extrator de leite materno eletrônico que memoriza o ritmo de sucção do bebê, sem provocar sofrimento para a mãe quando o leite é retirado do seio. Esses são exemplos de como a nova tecnologia está revolucionando produtos que até pouco tempo atrás eram tidos como rudimentares.

"Essa é a tecnologia embarcada", diz o vice-presidente da Philips, Paulo Ferraz.

A investida da companhia nesse novo segmento, que vem sendo preparada desde janeiro, exigiu horas de pesquisas de campo, conversas com potenciais consumidores, aprovação de médicos e, principalmente, aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

"A legislação brasileira é muito mais rígida do que a aplicada em outros países", diz Ferraz. Prova disso é que a mamadeira brasileira será de 260 miligramas, pois é o tamanho necessário para que o produto passe nos testes exigidos pela Anvisa.

Inicialmente, serão lançados 32 produtos com uma nova dose de novidades prevista para 2009. Os itens serão fabricados na Inglaterra e distribuídos por 300 lojas no País. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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