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Taxa de desemprego mantém-se em 7,6% em setembro, informa IBGE

RIO - A taxa de desemprego nacional correspondeu a 7,6% em setembro, a mesma marca apurada um mês antes e abaixo dos 9% de setembro do ano passado. A informação consta de pesquisa distribuída na manhã desta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Redação com Valor Online |

Das seis regiões metropolitanas analisadas, Salvador foi a única localidade com nível de desocupação de dois dígitos em setembro, de 11,3%, seguindo os 11,6% de agosto.

Em Recife, a taxa foi de 8,9%, acompanhado por São Paulo (8%). Em Belo Horizonte, a taxa de desemprego equivaleu a 6,1%. No Rio de Janeiro, situou-se em 6,9%. Em Porto Alegre, foi de 5,7%.

No mês passado, o contingente de desocupados nas seis regiões pesquisadas somou 1,818 milhão de pessoas, acima da marca de agosto, quando o conjunto de pessoas sem trabalho somou 1,791 milhão. Frente a setembro de 2007, houve declínio de 13,2%.

Com relação ao número de ocupados, correspondeu a 21,979 milhões no total das seis regiões metropolitanas investigadas pelo IBGE, excedendo os 21,820 milhões de pessoas registrados em agosto e os 21,250 milhões de ocupados no nono mês do ano passado.

Rendimento

O rendimento médio real habitualmente recebido pelos trabalhadores para o agregado das seis regiões investigadas correspondeu a R$ 1.267,30, em setembro, um aumento de 0,9% ante o mês anterior. No comparativo com o nono mês de 2007, houve elevação de 6,4%.

Pelo estudo do organismo, entre as seis regiões metropolitanas estudadas, o rendimento melhorou entre o mês passado e o antecedente em Recife (0,7%), Salvador (5,7%), Belo Horizonte (3,4%), São Paulo (1,1%) e Porto Alegre (1%). A exceção coube ao Rio de Janeiro, onde foi observada redução de 1,4%.

Perante setembro de 2007, houve recuperação no rendimento em cinco regiões - Salvador (12,3%), Belo Horizonte (9%), Rio de Janeiro (8%), São Paulo (5,7%) e Porto Alegre (1,1%). No Recife, houve estabilidade.

Na base mensal, os trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado notaram estabilidade, a R$ 1.212,50. Os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado tiveram rendimento médio de R$ 815,40, decréscimo de 3,3%. Os trabalhadores por conta própria acabaram com a renda 1,4% mais enxuta, de R$ 1.053. Militares e funcionários públicos tiveram aumento de 4,3% no rendimento médio, para R$ 2.261,50.

Ante setembro do ano passado, o rendimento dos trabalhadores com carteira assinada avançou 4,6%. Os trabalhadores sem carteira ficaram com renda 4,5% maior e os trabalhadores por conta própria registraram incremento de 4,8%. Os militares e servidores públicos verificaram elevação de 8,8%.

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