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SÃO PAULO - A taxa de desemprego de maio encerra a agenda de indicadores domésticos da semana. A previsão é de nova queda na medição feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

SÃO PAULO - A taxa de desemprego de maio encerra a agenda de indicadores domésticos da semana. A previsão é de nova queda na medição feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a Prosper Corretora, a taxa deve sair de 7,3% para 6,95%, reforçando a tese de que as condições ainda são favoráveis no mercado de trabalho. Para a Máxima Asset, o recuo deve ir de 7,3% para 7,2%. Ainda na agenda local, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) apresenta sua leitura para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na terceira semana do mês. A Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra seu cálculo para o Índice de Preços ao Consumidor Semanal nas cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife. Já nos Estados Unidos, os investidores conhecem as encomendas por bens duráveis no mês de maio. A previsão sugere queda de 1%, contra avanço de 2,9% em abril. Também será conhecida a demanda por pedidos de seguro-desemprego. Na sexta-feira, o mercado local acompanha, mesmo, o jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Em função da partida, o mercado de câmbio tem funcionamento diferenciado. O pregão abre às 9 horas e vai até 10h30. Passado o jogo, o registro das operações abre às 14h30 e vai até as 17 horas, com confirmação até as 17h30. Cabe lembrar que, na Bovespa e na BM & F, os negócios têm horário de funcionamento normal. Também em função do jogo Brasil x Portugal, a FGV transferiu para segunda-feira a divulgação do Índice Nacional de Custos da Construção do Mercado (INCC-M). Nos EUA, a agenda contempla o dado final sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre e o índice de confiança do consumidor. (Eduardo Campos | Valor)

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