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RIO DE JANEIRO - A taxa de desemprego ficou em 7,8% da população economicamente ativa (PEA) em junho, praticamente inalterada na comparação com maio, quando se situou em 7,9%. Essa é a quarta queda seguida no índice, o que indica uma quadro de relativa estabilidade do mercado de trabalho do país.

Na comparação com junho de 2007, no entanto, houve declínio de 1,9 ponto percentual. As informações foram apresentadas há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento médio real dos trabalhadores ficou em R$ 1.216,50 em junho, o que representa uma queda de 0,3% ante maio e um aumento de 1,7% ante junho do ano passado. Segundo o IBGE, a massa de rendimento real efetivo da população ocupada nas seis regiões pesquisadas chegou a R$ 26,5 bilhões em maio - esse dado sempre se refere ao mês anterior ao de referência da pesquisa mensal de emprego -, com aumento de 0,6% ante abril e alta de 7,9% na comparação com maio de 2007.

Nas seis regiões metropolitanas estudadas, a taxa de desocupação em São Paulo foi de 8,6% em maio para 8,2% um mês depois. Em Recife, o nível de desemprego correspondeu a 8,5% após os 8,7% de um mês antes. Em Salvador, a taxa saiu de 11,3% para 12,1%. Em Belo Horizonte, ficou em 7,4% ante os 6,8% de maio. No Rio de Janeiro, partiu de 6,4% para 6,6%. Em Porto Alegre, o nível de desocupação permaneceu em 6,1%.

O contingente de desocupados, calculado em 1,846 milhão de pessoas, ficou quase estável ante maio, mas diminuiu 17% perante junho de 2007 (2,225 milhões de pessoas). Por sua vez, o número de pessoas ocupadas foi estimado em 21,723 milhões em junho, com crescimento de 1,1% no confronto com maio (21,476 milhões) e de 4,5% em relação ao sexto mês do ano passado (20,790 milhões).

Com informações do Valor Online, Reuters e Agência Estado

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