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TAP e TAM acreditam que setor aéreo resista à crise financeira

São Paulo, 7 out (EFE).- Membros do grupo Star Alliance, as companhias aéreas TAP, de Portugal, e TAM, do Brasil, disseram hoje confiar que o setor aéreo enfrente com sucesso a crise financeira.

EFE |

O presidente de TAP, Fernando Pinto, afirmou a jornalistas que o setor "já saiu de piores crises", embora admitisse que a volatilidade dos mercados "transmite insegurança".

Pinto deu esta declaração hoje em São Paulo, durante o ato que formalizou a entrada da TAM ao Star Alliance.

Em declarações à agência Efe, o presidente da TAM, David Barioni Neto, disse que as estratégias contra a crise "devem ser resolvidas pelos países", e que "aposta pela qualidade, pois não se pode administrar uma companhia aérea olhando só a bolsa".

"Felizmente, nossos investidores têm confiança na seriedade da gestão e por isso esta adesão ao Star Alliance se dá em momento ideal, porque vamos ganhar musculatura para manter os níveis de crescimento de duas vezes e meio maiores que o PIB (Produto Interno Bruto)", garantiu.

Sobre a desvalorização do real em relação ao dólar nos últimos dias, que presume uma redução do número de turistas, Barioni Neto indicou que deverá aguardar esse impacto "até 2009" e descartou qualquer estratégia imediata.

"Achamos que o dólar vai se estabilizar, mas por enquanto, apesar da alta, temos praticamente garantido o faturamento projetado para a época natalina", especificou.

Fernando Pinto ressaltou que "o petróleo em baixa " é "uma boa notícia" para a aviação mundial, pois os combustíveis representam 35% dos custos do setor.

A preocupação pela crise "acontece mais pelo impacto no crescimento das economias, pois o transporte aéreo cresce junto à economia. Mesmo assim, na TAP seguimos com projeções de crescimento acima de dois dígitos", destacou.

O presidente de Star Alliance, Jaan Albrecht, afirmou que depende de cada empresa "flexibilizar" suas "decisões individuais frente à crise" e mencionou outros "desafios similares", como o vivido após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

"O ambiente econômico é um fator externo principal para todo o setor mundial da aviação", acrescentou o executivo. EFE wgm/jp ECO:ECONOMIA,MERCADOS-FINANÇAS,BANCOS ECO:ECONOMIA,++MACROECONOMIA++ ECO:é:04008001:Economia, negócios e finanças:Macroeconomia:Bancos centrais ECO:é:04008000:Economia, negócios e finanças:Macroeconomia

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