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Swap de moedas com outros BCs é para o futuro, diz Meirelles

BRASÍLIA - O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, explicou hoje que a autoridade monetária poderá fazer operações de troca (swaps) de moedas fortes com outras autoridades monetárias. Mas avisou que isso dependerá de convênios específicos e que, por enquanto, é um instrumento para uso futuro.

Valor Online |

"É uma medida preventiva, sem necessidade no momento, mas dá ao Banco Central um instrumento para o futuro", disse Meirelles, ao justificar a autorização que consta da Medida Provisória 443, divulgada hoje.

"Estamos montando uma estrutura legal para o caso de necessidade", continuou Meirelles, citando como exemplo as linhas de socorro (redesconto) criadas, mas ainda não usadas, porque nenhum banco solicitou, segundo o próprio presidente do BC.

A operação permite que o BC brasileiro dê reais e receba a moeda forte de outra autoridade monetária.

Meirelles não quis dar detalhes, mas, certamente, o interesse do governo brasileiro é promover trocas com os bancos centrais dos Estados Unidos (Federal Reserve) e da União Européia, que têm moedas conversíveis e aceitas em todo o mundo.

Depois de Meirelles citar que o swap de moedas com outras autoridades monetária é algo feito comumente pelo Federal Reserve, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, brincou: "poderemos ajudar o Fed com reais, se os Estados Unidos tiverem falta de liquidez".

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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